Representante da REDE se movimenta como possível candidato a deputado

Sidney Trovão
Giovanni Mockus: “Tem conversas acontecendo, mas na verdade, na REDE, sempre pensamos em um projeto coletivo”

O botucatuense Giovanni Mockus estuda em Brasília, onde trabalha no Congresso Nacional, na equipe da liderança da REDE e faz parte do diretório nacional do partido. Frequentemente ele participa de reuniões em Botucatu e na região, dando suporte a políticos do grupo. Agora seu nome é apontado para disputar a eleição do ano que vem.

“Tem conversas acontecendo, mas na verdade, na REDE, sempre pensamos em um projeto coletivo e dizemos que um dos fatores da nova política, de uma nova forma de fazer nova política, não é mais candidatura de si mesmo, mas candidatura que represente um grupo, uma ideia. Surgiram sim algumas conversas internamente no partido e externamente por outros grupos, em outros municípios, de uma candidatura minha a deputado estadual, as conversas estão avançando nos municípios, já recebi apoio do senador Reguffe [José Antonio/DF], embora esteja sem partido, mas tive agenda com ele, e tem conversas dele vir para a REDE e isso está caminhando sim, mas por enquanto é uma pré-candidatura, como outras que aparecem”, analisa Giovanni Mockus.

O representante da REDE entende que é cedo para tomar decisões ou para certas colocações, mas acredita que é normal os nomes serem colocados, pessoas serem lembradas e que é importante ocupar espaços na política. “Às vezes caminha para outra candidatura, às vezes outras podem somar, agregar, mas existe sim conversa de pré-candidatura. Temos que ver o que vai ser melhor para o partido, mas principalmente para o projeto de uma construção coletiva, de uma nova política. Dizemos muito sobre ocupar espaço e os espaços estão sendo ocupados por pessoas de caráter duvidoso, com exceções. Basta olhar o Congresso Nacional, salvo raríssimas pessoas. Temos que chamar as pessoas a ocuparem espaços e temos que ocupar também”.

Para Giovanni, é importante que outras pessoas também tenham o mesmo interesse e que as conversas aconteçam. “Não é porque estou me colocando que outros amigos meus do partido não podem se colocar também. A ideia é estar somando. O mote é esse, ocupe a política, a juventude precisa ocupar esses espaços de representação. Não adianta se afastar e depois reclamar do processo e das pessoas que estão ali. Não votou, não participou, não dialogou, não cobrou, então isso começa desde agora”.

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