“Essas acusações são infundadas”, afirma coordenador da campanha de Pardini

Aparício Cordeiro procurou a reportagem para comentar os pedidos de cassação protocolados contra o candidato a prefeito Mário Pardini

Aparício Cordeiro afirma que acusações são infundadasBruna Zechel | Diário Botucatu
Aparício Cordeiro afirma que acusações são infundadas

O coordenador da campanha da Coligação Botucatu Mais Forte, Aparício Cordeiro, procurou a reportagem para falar sobre os recentes pedidos de cassação da candidatura de Mário Pardini (PSDB).  Segundo Aparício foram protocolados três pedidos de cassação na Justiça Eleitoral, dois deles formulados pelo candidato a prefeito Reinaldo Mendonça (PR), e o outro pelo candidato a vice de Daniel de Carvalho, Gustavo Bilo, ambos do PSOL.

“Esse último pedido do Bilo é por conta de uma matéria no jornal Sétima Trombeta. Eles fizeram uma matéria sobre o André Peres (PCdoB). Esse é um jornal evangélico e o André é pastor. Acreditamos que isso não é nada que possa trazer preocupação”, afirma Aparício.

Aparício destaca que a campanha toda foi pautada no que é correto, ético. “Primamos pela qualidade, pela legalidade da campanha. Isso que os nossos adversários estão nos acusando é completamente infundado, não tem base, não é consistente”, salienta.

Sobre a visita a Pinacoteca, que é alvo do pedido de cassação feito por Reinaldinho, Aparício destaca que um dos papeis dele como vereador é fiscalizar as obras, e que ele também poderia, e deveria ter ido acompanhar a evolução da Pinacoteca.

Confira a matéria sobre o pedido de cassação feito por Reinaldinho
PSOL também entrou com pedido de cassação da candidatura de Pardini

“Recebemos esse tipo de denúncia com tristeza, porque é algo muito pequeno. Eles pegaram algo pequeno e quiseram transformar isso em dúvida para o eleitor. São muitos os motivos que levam a um pedido de cassação, pode ser porque houve uma tentativa de compra de voto, por exemplo, mas o pedido que fizeram foi por uma visita a Pinacoteca, outro por uma visita no Joanna de Ângelis, temos convicção que isso não resultará em cassação e muito menos uma matéria dentro de um jornal”, afirma Aparício.

Sobre a afirmação de Gustavo Bilo, que já havia jurisprudência de uma caso semelhante na cidade de Bauru, Aparício afirma que desconhece o caso. “Eu realmente desconheço esse caso, mas é importante frisar que nós conseguimos controlar as ações tomadas pela nossa equipe. Essa matéria foi produzida por outra instituição, se houve alguma irregularidade no teor, na escrita ou na forma, o Jornal Sétima Trombeta  terá que responder por isso”, frisa.

Por conta de diversas mudanças nas regras eleitorais, essa foi uma campanha inédita. Tempo mais curto, proibição de doação de empresas foram algumas alterações que as coligações precisaram se adaptar nesse pleito.

“Estamos vivendo neste ano, uma campanha muito curta e extremamente limitada, no que pode ou não pode.  Na minha opinião essa campanha é muito mais jurídica, do que qualquer outra coisa. Estamos gastando 70% a menos do que na campanha anterior. Nessa reta final já não podemos mais desenvolver diversas ações, mas estamos planejando um dia intenso de trabalho ainda no sábado (1). Foi uma campanha limpa, honesta, gostaria de agradecer e parabenizar aos adversários que não utilizaram, pelo menos a maioria, dessa expediente de acusação, proporcionando uma campanha boa”, salienta Aparício Cordeiro, coordenador da campanha da coligação Botucatu Mais Forte.

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