QUEM É DONALD TRUMP? QUEM É KIM JONG-UN?

Redação Diário | Diário Botucatu

FALA TRUMP!

“Quando o México manda seu povo [aos EUA], mandam pessoas que têm um monte de problemas e trazem estes problemas para nós.”

“Desculpem-me os fracassados e ‘haters’, mas o meu QI é um dos mais altos — e vocês sabem disso. Por favor, não se sintam estúpidos ou inseguros, a culpa não é de vocês.”

“O homem foguete está numa missão suicida para ele próprio e para seu governo”

FALA KIM JONG!

“Se os Estados Unidos acham que estão seguros, estão muito enganados. Nossa resposta vai ser mil vezes mais forte.”

“Devemos estar dispostos a todo momento a utilizar nosso arsenal nuclear.”

“Um dia irei quebrar a coluna dos inimigos dementes, cortar o pescoço e assim mostrar claramente o que é uma verdadeira guerra.”

UMA TRAJETÓRIA PRAGMÁTICA NA POLÍTICA NORTE-AMERICANA

Pra mandar nos Estados Unidos, Donald Trump precisava antes ganhar as eleições primárias do Partido Republicano. Ele foi lá e venceu, deixando atônitos os tradicionais líderes do partido conservador, que se reveza no Poder com os Democratas desde que a América é América.

Depois, precisava vencer uma eleição nacional contra Hillary Clinton – a ex-primeira-dama americana, traída pelo marido presidente dentro do salão oval com uma estagiária, que contava com o apoio de seu antecessor Barack Obama.

Trump foi lá e venceu também.

Usando regras que o jogo permitia e algumas consideradas perigosas.

Correu riscos – e ainda corre – por suas mal explicadas relações com a Rússia, incluindo seus líderes civis e militares e seus sites de notícias falsas, que esparramaram – com milhões de dólares de impulsionamento pago – pela internet: postagens para confundir a opinião pública americana e ajudar Trump a, finalmente, se tornar presidente dos EUA.

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QUEM É DONALD TRUMP?

É um empresário de 71 anos, o mais velho cidadão a assumir (aos 70 anos) a presidência dos Estados Unidos, talvez o mais “velhaco” dos 45 homens que já comandaram os EUA, para usar um adjetivo mais claro em língua portuguesa.

Do ponto de vista religioso é Presbiteriano, uma das denominações mais tradicionais entre as igrejas chamadas protestantes, as mais tradicionais nos Estados Unidos e em parte da Europa, junto com Batistas, Luteranos e outras correntes históricas que se consolidaram após a Reforma da Igreja Católica, no século 16..
Do ponto de vista partidário e ideológico, Donald Trump é uma incógnita.

Em 1.987, pouco depois de completar 40 anos de idade, se filiou ao Partido Democrata, onde permaneceu até 1.999, quando resolveu apostar numa sigla independente: era o Partido Reformista, que pretendia construir uma terceira via no par ou ímpar constante entre Democratas e Republicanos, os partidos tradicionais, e se transformar em alternativa de poder.

Não deu muito certo.

Em 2001, retornou ao Partido Democrata, onde permaneceu até 2009, quando se filiou pela primeira vez ao Partido Republicano, onde ficou até 2011, quando se desfiliou e se posicionou junto aos Independentes, os políticos que não tem filiação partidária, ainda tentando viabilizar seu sonho presidencial.

Voltou ao Partido Republicano em 2012, já se preparando para concorrer à presidência dos Estados Unidos na eleição de 2016. Venceu e tomou posse no dia 20 de janeiro de 2017. Em pouco mais de dez meses de governo, fez o mundo civilizado olhar para ele com (profunda) preocupação.

A “LEI DO MAIS FORTE” E AS GUERRAS EM BUSCA DE PAZ

A conquista de territórios no mundo moderno – apesar de toda parafernália de comunicação disponível – vai continuar se dando como sempre foi: pela colonização (invasão forçada) e pelas sanções comerciais (proibições de compra e venda de produtos no comércio internacional) que sufocam e provocam a rendição política e econômica de nações inteiras. São muitos os casos ao longo da história.

Cada país tem o direito de perpetuar sua cultura, desde que isso respeite a diversidade e a liberdade que tomou conta desse planeta cada vez mais miscigenado em suas cores e raças, depois que as pessoas através de maquininhas de bolso e de mesa passaram a se conhecer, a se relacionar e a descobrir outras formas de ver a vida através da internet.

A guerra não pode ser mais de países contra países.

A guerra que se justifica é contra a fome. E o terror.

E o problema com Kim Jong-un são os quilos a mais. E as bombas que ele adora disparar do seu quintal sem rumo definido, só pra testar se chegam onde deveriam chegar se ele tivesse mesmo coragem de apertar o botão na direção que ameaça, o que não parece.

Do outro lado, provocando, tem Trump, precisando gastar tecnologia velha em uma guerra burra para justificar novos investimentos no arsenal de “proteção do planeta” onde a moeda corrente mais utilizada é o dólar americano. Na Paz e na Guerra.

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QUEM É KIM JONG-UN?

Ele é o caçula dos filhos de Kim-Jhon-il (o Ditador Deus-pai, de quem herdou o cargo), com sua última esposa, Ko Young-Hi. Kim Jong-un é um gordinho nerd-militar (general de quatro estrelas) hoje com 34 anos, que lidera o pequeno país do continente asiático desde 2011.

Ele adora ser o rival número 1 de Donald Trump. Joga pingue-pongue com o adversário todo dia através de seus próprios canais de televisão, que dizem tudo o que ele quer dizer e nada do que ele não gosta que seja dito.

É uma espécie de Deus-Filho da Coreia do Norte, um país sem a presença de religiões, onde quem é adorado é o líder supremo. Um culto à Autoridade muito comum em alguns momentos da história da humanidade em muitas nações do planeta.

Até no Brasil já houve tentativas desse tipo em alguns momentos da nossa história.

Seu partido político, ao qual basta nascer para estar filiado compulsoriamente (não dá pra votar em outro) tem homônimo importante na história recente do país: segundo a wikipedia é o Partido dos Trabalhadores da Coréia, uma espécie de PT brasileiro em versão ditatorial.

É casado com Ri Sol-Ju (desde 2009) e tem uma filha, Kim Ju-ae, que nasceu em 2012.

OBAMA: O LÍDER POLÍTICO MAIS LÚCIDO DO PLANETA TERRA, AO QUE PARECE…

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É o líder que prefere o diálogo como arma eficiente do que uma guerra insana, onde ganhar pode ser uma perda enorme

Ele representa um conjunto de ideias e comportamentos com a cara do século 21.
Com a cara de um planeta capaz de dialogar – com educação – sobre suas diferenças. Com a cara de um mundo melhor – em que as guerras não sejam um motivo de paz.

A mudança não virá se esperarmos por outra pessoa ou outros tempos. Nós somos aqueles por quem estávamos esperando. Nós somos a mudança que procuramos.