AÉCIO NEVES: O TUCANO QUE CEDO OU TARDE VAI SER PRESO

Redação Diário | Diário Botucatu
Na campanha de 2014, acompanhado por uma grande comitiva de prefeitos, vereadores, deputados e senadores, Aécio desfilou na rua do comércio, tomou café no lugar mais tradicional e deixou a cidade sob aplausos da maioria dos botucatuenses que encontrou naquele dia.

Uma breve história sobre o menino prodígio da politica brasileira que – se dependesse de Botucatu (SP), uma das mais politizadas cidades do interior paulista – teria sido eleito presidente no primeiro turno das eleições de 2014 com 52% dos votos. Nem teria que arrecadar mais dinheiro para disputar o segundo turno contra a ciclista Dilma Roussef.

Até a Odebrecht e o Grupo JBS teriam economizado um pouco. Provavelmente o cano do “propinoduto” seria mais estreito do que acabou sendo para bancar as despesas dessas grandes máquinas de fazer política do jeito errado que o Brasil criou.

Em Botucatu, no segundo turno, teve 72%, atraindo a parte majoritária dos eleitores de Marina Silva (rede), que havia tido 23% dos votos no primeiro turno. Dilma Roussef, teve 19% dos votos no primeiro turno e 28% no segundo turno. Perdeu de novo. De goleada.

Se fosse feita a vontade de Botucatu Aécio talvez fosse Presidente do Brasil até hoje. Ou não?!

Quem vai saber?!

O que isso importa agora?

O candidato que teve 51 milhões de votos no Brasil no segundo turno das eleições de 2014, apenas 3 milhões de votos a menos que a vencedora Dilma Roussef, a eleita, que caiu em 2016, pode ser o próximo a ser entregue aos leões.

Vai passar para a história como o neto farsante de Tancredo Neves.
Aécio foi um deputado medíocre. Virou governador e usava o Governo de Minas como trampolim até para socorrer os negócios pessoais da família, como as emissoras de rádio e as propriedades rurais, bem valorizadas com a construção de aeroportos dentro ou bem próximos e novas estradas que interessavam ao patrimônio da família Neves.

O jovem de cinquenta e poucos anos que matou uma geração inteira de homens e mulheres que acreditaram nele como seu representante na política moderna, como líder na construção do Brasil do futuro.
O menino prodígio da política, criado no Rio de Janeiro.

Uma vida boa. Um almofadinha mimado, do tipo que dá “carteirada” na cara de guarda de trânsito, quando sente que vai ser multado. Alguém do tipo que a gente hoje chamaria de babaca. Tomaria dedo na cara de qualquer adolescente bem criado e educado aqui de Botucatu (SP), no interior paulista.

Imagina o cara que acha que é melhor que todo mundo só porque tem um carro mais caro. É o Aécio. Imagina um cara que pensa que é melhor que todo mundo só porque é filho de deputado, neto de governador.

Aécio – e muitos de seus amigos da zona sul carioca – que também eram filhos da nobreza política e econômica de Ipanema e Copacabana dos anos 70, hoje estão bem enrascados depois de serem desmascarados pela Polícia Federal através da mais eficiente ação estadual da operação que desnuda o crime organizado dentro da máquina pública.

São bandidos. Comuns.

Tenha um bom dia.
Independente se você acredita que bandido bom é bandido morto ou se acha que todo mundo pode pagar pelos seus erros cumprindo uma pena e ter de volta seus direitos de cidadão livre.

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