Professora de Botucatu recebe bolsa da Harvard Medical School

Izildinha Maesta tem 7 anos de estudos em doenças trofoblásticas

Divulgação
Izildinha Maesta, professora da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu

 

 

 

 

 

 

 

 

Izildinha Maesta, professora da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu (FMB), recebe bolsa de estudos da Harvard Medical School. Ela tem 7 anos de estudos em doenças trofoblásticas em parceria com professores/pesquisadores do New England Trophoblastic Disease Center.

Vale ressaltar que o intercâmbio científico entre o Centro de Doenças Trofoblásticas de Botucatu-UNESP e o New England trophoblastic Disease Center – HMS, o qual se iniciou em julho de 2011, com o pós-doutoramento da Professora Izildinha Maesta, continua, num ritmo de dois anos, com atualização do banco de dados das pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional, que gera novas publicações conjuntas, visitas de pesquisador internacional, participação de alunos de pós-graduação, envolvimento de professores internacionais em coorientação de teses e  Disciplinas Tópicos Especiais do Programa de Pós-graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia da Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP.

Ademais, o título para Professora Izildinha de Officer for South America ISSTD (www.isstd.org) também dependeu desta parceria.

Entre setembro e dezembro de 2017, Professora Izildinha recebeu financiamento internacional para permanência em Boston (acesse certificado aqui) para realização de pesquisa sobre a segunda linha de tratamento quimioterápico para pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional resistente ao metotrexate. Este estudo foi gerado a partir da atualização dos dados de estudo anterior, em 2015. Acesse artigo aqui.

Sobre a neoplasia trofoblástica gestacional
Tumor de placenta, que pode acompanhar ou seguir qualquer tipo de gravidez (mola hidatiforme, abortamento, gravidez ectópica, gravidez de termo ou pré-termo), a neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) cura em quase 100%
com o tratamento quimioterápico. Pacientes que apresentam esta complicação da gravidez devem ser tratadas em centros de referência. No Brasil, tratamento especializado da NTG pode ser encontrado em um dos centros de referência divulgados no Facebook da Associação Brasileira de Doença Trofoblástica Gestacional.
(https://www.facebook.com/groups/443530852424434/). Para saber sobre os desafios do tratamento da neoplasia trofoblástica gestacional veja o Editorial em anexo ou no link (http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v34n4/01.pdf)

 

(com assessoria Unan)