Hidratação é aliada no tratamento da dengue

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Estamos no verão, período em que as temperaturas elevadas e a alta concentração de chuvas favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Não é à toa que o combate ao mosquito e a dengue, uma das doenças transmitidas por ele, ganha força neste período.

Aqui em Botucatu o número de casos não é grande, mesmo assim tem pessoas que contraem o vírus. E o que mais incomoda no tratamento da dengue é que o paciente não pode tomar qualquer tipo de remédio, porque alguns medicamentos podem piorar o quadro.

Água é o principal líquido que deve ser ingerido
Água é o principal líquido que deve ser ingerido

Uma das recomendações dos especialistas é a hidratação. Tomar muito líquido e às vezes, dependendo da gravidade do caso, até soro intravenoso. “A desidratação pode ter níveis diferentes e desencadear diversos sintomas e mal-estares”, explica a Dra. Karina Kiso, farmacêutica formada pela USP e médica especialista em clínica médica com mestrado em saúde coletiva pela Santa Casa de São Paulo. “Quando é leve ou moderada, os sintomas são boca seca, urina escura, sonolência e dor de cabeça. Nos casos mais graves, pode causar irritabilidade, confusão, olhos fundos, pressão baixa e aumento do batimento cardíaco. É perfeitamente possível identificá-los”.

Por mais óbvio que pareça, a ingestão de água é a principal saída para um quadro de desidratação. O líquido ajuda a regular a temperatura corporal e a proteger os órgãos, além de contribuir para a digestão. A melhor saída, segundo a especialista, é incentivar que pacientes bebam mais líquido do que costumam – mesmo que o organismo não demonstre necessidade. Alimentos ricos em água, como melão e pepino, também podem ajudar.

Soluções reidratantes orais são complementações importantes para prevenir a desidratação ou repor a falta de água e eletrólitos, como sódio e potássio, no corpo. A médica orienta que “opções encontradas em forma de soro ou pó são indicadas como prevenção ou para equilibrar os componentes no corpo que perdemos quando desidratamos, principalmente nos casos de diarreia e vômito, desde que o paciente consiga receber líquidos via oral. Essas soluções têm as quantidades de sais e glicose preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e garantem uma hidratação mais adequada.

 

Com informações da assessoria.