Expectativa da cidade é de que ela melhore em 2017

Com novo prefeito no ano que vem, botucatuenses contam o que esperam de Mário Pardini

Muda-se o ano, muda-se também o prefeito. Em 2017, Botucatu terá um novo adminsitrador da cidade. Mário Pardini, eleito com 39.045 votos, ou 58,20%, subsituirá João Cury após oito anos de mandato.

Evaristo disse que prioridade deve ser a educaçãoSidney Trovão
José Batista disse que prioridade para 2017 deve ser a área da educação

Com isso, a população botucatuense acredita que a administração da cidade deve melhorar. Segundo o vendedor José Batista Garcia, a expectativa é de que as coisas prosperem. “O prefeito [João Cury] foi um dos melhores. O Pardini vai dar sequência a isso, ele está vindo bem”, afirma.

Para Garcia, a educação deve ser uma área a ser investida no ano que vem. “Deviam construir mais creches. Tive problemas esse ano com meu filho. Está em falta. Deviam correr atrás”, completa.

Roberta Macedo acredita que as chuvas atrapalham a cidadeSidney Trovão
Roberta Macedo acredita que as chuvas atrapalham a cidade

 

Já para a assistente financeira Roberta Macedo, a economia é o principal ponto a ser focado. “Foi um ano difícil para todo mundo [economicamente]. Tem de melhorar a indústria para aumentar a proposta de empregos. Muita gente perdeu o emprego e, consequentemente, o comércio ficou parado”, diz.

Para ela, a educação está recuperando, mas a questão da infraestrutura urbana ainda deixa a desejar. “Quando chove, é terrível. Muitos pontos da cidade alagam”, diz.

Virginia mora na Chácara PinheirosSidney Trovão
Virginia mora na Chácara dos Pinheiros

A estudante Virginia Teixeira disse que a cidade precisa “melhorar bastante”. “Não que esteja ruim, está na média. Não só Botucatu como as cidades do entorno também”, salienta. Além da área da saúde e da educação, a limpeza de rua poderia ser aperfeiçoada em 2017.

“Moro na Chácara dos Pinheiros e tem um terreno lá perto que está sempre sujo. Às vezes, entram bichos em casa. Claro que isso é parte da consciência da população, mas o governo poderia ajudar”, completa.

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