Um bom perfil para ‘o próximo’ ou ‘a próxima’ Presidente do Brasil.

Eles hoje convivem “junto e misturado” em diversas siglas. Mas são ideologicamente bem definidos, do ponto de vista de ação política. Convivem nos mesmos partidos homens de centro-direita e de centro-esquerda.

Redação Diário | Diário Botucatu

1 – OS NOMES NO CARDÁPIO DE CENTRO-ESQUERDA:

Antes de pensar em nomes, talvez seja mais útil imaginar um perfil claro. Primeiro, não confiar em “não-políticos” para atuar na Política. De preferência alguém que goste mesmo dessa nobre atividade e tenha participado dos movimentos de redemocratização do final dos anos 70 e das mobilizações rumo à redemocratização do país, que se consolidaram nos Anos 80.

Um detalhe importante é que também tenha atuado – e não se omitido – como personagem contestador disso tudo que o sistema político na caminhada até aqui se transformou. Alguém que tenha posições que possam ser confrontadas em cada período crítico na história do Brasil recente. Melhor ignorar os chamados “candidatos” de oportunidade, que estão na moda.

É requisito básico que tenha experiência no diálogo político, administrativo e institucional. Fundamental que não esteja, evidentemente, envolvido nos casos escancarados e indefensáveis de corrupção que já vieram ou que ainda virão, e que estão derrubando um a um os membros da quadrilha instalada no Estado brasileiro.

2 – OS NOMES DO CARDÁPIO DE CENTRO-DIREITA:

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O Brasil de hoje busca, para votar em 2018, simplesmente um homem ou uma mulher em torno dos 60 anos de idade com serviços prestados ao país que demonstrem seus reais objetivos na vida. Os partidos políticos vão ter que peneirar bastante antes de escolher os nomes que vão apresentar para a avaliação do eleitor.

3 – OS NOMES DO CENTRO DO PODER NO SÉCULO 21:

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Nesse cenário, teremos três perfis de nomes possíveis:

1 – Os políticos que tem origem histórica na antiga Arena (Aliança Renovadora Nacional), o partido que sustentou a Ditadura Militar com todas as suas barbáries, torturas e censuras, que nos atrasou bastante em nossa evolução como sociedade; mas que conseguiu passar a imagem de ordem e de seriedade que uma grande parcela da sociedade reconhece.

2 – Os oriundos do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), aí incluídos muitos daqueles que viveram parte daqueles que tiveram seus mandatos cassados e foram excluídos do parlamento a mando dos Generais e os que viveram períodos no exílio espontâneo ou forçado e que depois se transformaram em referências da maioria dos partidos políticos mais tradicionais da nossa sopa de letrinhas eleitoral;

3 – e os pragmáticos, o grupo do qual fazem parte muitos daqueles que acreditaram que a luta armada era a única forma de combater o regime militar, mas não conseguiram convencer muitos brasileiros a entrar na guerrilha.

Um grupo que chegou ao poder junto com Lula. E trabalhou para aparelhar a máquina estatal e estabelecer de forma sistêmica quanto custa pra ninguém discutir nada e aprovar tudo que o governo do proletariado queria.

É o mensalão, que teve como seu sucessor natural, o Petrolão, que virou Lava Jato. Com tudo o que vem junto depois. Inclusive Temer e o grupo que manda hoje no Palácio do Planalto. Os dois grupos poderiam até estar juntos de novo. Não teria problema nenhum.

– Quem tem esse perfil hoje?
Tem muita gente com esse perfil dentro dos partidos políticos brasileiros. Muitos até sem mandato, nomes relevantes que podem ajudar a reerguer essas pesadas estruturas que hoje engatinham por vergonha de andar em pé. E quem sabe, ser o bom presidente que o Brasil precisa para recomeçar de novo, se for mesmo essa a ideia do eleitor. Vai que ele escolhe a continuidade…?!

O grupo também é forte e já mostrou sua capacidade de gestão com corrupção.

 

Vivemos no Brasil,
não é mesmo?!

Tenha um bom dia.

Independente se você concorda ou não com tudo isso.