QUEM É O PODEROSO CHEFÃO?!

Redação Diário | Diário Botucatu

Quem manda nessa espécie de máfia que se instalou dentro do Estado Brasileiro ninguém sabe desde quando. Um negócio do tamanho dessa organização criminosa, com uma gestão administrativa, operacional e financeira dessa categoria, deve tem um verdadeiro gênio como executivo principal, sentado na cadeira de CEO.

E deve ser um dos executivos mais bem pagos do mundo. Se for o dono de 100% das ações, pelo que distribuiu de comissões e dividendos nos últimos 25 anos (contando apenas tudo o que já é líquido e certo, transitado em julgado, como dizem diversos advogados) pode ser que seja o homem mais rico do Planeta Terra. Fora o Caixa 2, é claro.

O QUE ELE FAZ?

Ele é chefe de uma organização que está matando gente no Brasil, com o desemprego, o frio e a fome e o completo sucateamento dos serviços públicos. A quadrilha dele continua funcionando e operando dentro dos Três Poderes do Estado Brasileiro e seus membros fazendo pronunciamento no meio do Jornal Nacional, na maior cara dura.

O negócio tem ramificações claras em praticamente todos os partidos políticos. Todos os segmentos de negócios fornecedores de produtos e serviços para qualquer que seja o governo de plantão também possuem representantes com procuração desta mesma máfia que tem como despachantes a conhecida banda podre da política municipal, regional, estadual e nacional.

Seus 513 líderes de equipe de atendimento comercial (também chamados de deputados federais) – que tem salário fixo de 33 mil reais mensais e toda a estrutura técnica e operacional necessária para atender todo e qualquer tipo de demanda que envolva um saque de dinheiro do caixa geral, que batizaram de cofres da União.

Seus operadores principais já deixaram claro que existem vários cofres dentro do cofre que deveria ser Único, representando que a organização poderia estar centralizada em algum lugar. Na saúde, por exemplo, com o Sistema Ùnico de Saúde (SUS) dá até pra roubar em rede nacional: dos cofres da União, dos Estados e dos municípios. Ao mesmo tempo. Basta oferecer um programa que todas as cidades queiram participar.

As divisões estratégicas, chamadas de estados, tem o peso do tamanho do apoio que fornecem para a organização. São dirigidas por um governador, que também tem sua equipe comercial organizada em torno de seus gestores de atendimento, também chamados de deputados estaduais, com estrutura similar aos seus colegas de trabalho que atuam em Brasília.

O negócio também atua de forma descentralizada em muitas capitais e diversas médias e pequenas cidades do interior do Brasil, com o suporte de prefeitos, vereadores e secretários municipais. Aqueles que providenciam em cada cidade do país os documentos necessários para legalizar a entrada, a saída é a distribuição, com todo o rigor necessário, dos recursos destinados para cada parte envolvida.

O sistema de gestão utilizado (totalmente integrado e informatizado) é o do próprio Estado, com os governos estaduais e municipais fazendo parte da plataforma integrada de dados e informações para poderem confirmar cada procedimento necessário e conseguir fechar rapidamente os negócios prioritários de cada dia. A famosa meta do dia.

O PODEROSO CHEFÃO
É O DONO DO BRASIL.

Ajude a achar esse cara…!
Ele merece ser punido de forma exemplar, por ter sugado a esperança e os sonhos de um país que tem um povo, uma grande maioria, muito trabalhadora e decente.

Um país que não merecia, uma (má) sorte dessas, na hora em que estava começando a levantar a cabeça pra fora, pra finalmente virar um grande país de classe média: um mercado forte para as boas ideias, os bons projetos e as boas marcas do mundo.

Pra consumir com moeda forte, sem medo de apostar no futuro.
O buraco que cavaram foi grande. Vai demorar pra gente conseguir tapar.

CIDADANIA
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