Botucatu, uma cidade que pode ser mais competitiva

Redação Diário | Diário Botucatu

Essa é uma conversa que pode começar na nossa universidade.

Aquela, que possui um gigante e bem estruturado câmpus em Rubião Júnior, e aquela espécie de avenida de praia com seus gramados e bosques que ocupa o espaço que chamamos de Lajeado, às vezes com “g” e as vezes com “j”.

Sempre, com muito respeito e consideração.

Uma universidade que aprendemos a valorizar e reconhecer como um fator determinante no desenvolvimento da cidade desde aqueles tempos efervescentes quando chegaram a Botucatu, aquelas primeiras levas de jovens de outros cantos do Brasil em busca de um diploma superior.

E a conversa começa com uma pergunta, clara e objetiva:

Qual é o papel da universidade na formação de uma nova geração de líderes brasileiros?

Com certeza frequentam hoje suas salas de aula, futuros dirigentes de áreas e setores importantes das nossas cidades e do país nas áreas do conhecimento que Botucatu possui como caminho para atrair jovens que acreditam no futuro.

Daqui já saíram muitos prefeitos, deputados, secretários de estado, ministros, dirigentes de poderosas empresas estatais e vários dos bons reitores que dirigiram essa teia de aranha chamada Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, que é conhecida no Brasil inteiro como UNESP: a faculdade lá de Botucatu.

O peso econômico dos campi da UNESP de Botucatu injetam 200% de acréscimo na economia local. Isso faz com que a cidade tenha um poder de consumo três vezes maior do que teria sem a sua existência. Talvez isso explique porque tanta gente considere Botucatu uma cidade cara demais pra se viver. Para muita gente, essa talvez seja uma de nossas maiores virtudes. Será?!

 

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