AH! COMO É BOM REGISTRAR OS GRANDES MOMENTOS DE QUALQUER FAMÍLIA?!

DE QUALQUER LUGAR DO MUNDO. ATÉ DESSE, EM QUE A GENTE VIVE...

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Família, hoje em dia, tem uma configuração bem diferente daquela em que a gente aprendeu na Igreja, na Escola, ou debaixo do teto em que cada um de nós vivia, naquele tempo em que “lembrança”, parecia ser coisa de gente bem mais velha, quase chegando no fim da vida.

Tem gente que diz que o certo era que hoje ainda fôssemos como as famílias de antigamente. Evidentemente, quem diz isso, sente falta daquilo que acreditou ser o ideal de família, o ideal de lembrança boa do que é viver em família, do jeito que aprendeu na infância.

Mas a vida é do jeito que é, do jeito que foi – e do jeito que, simplesmente, será – quando o olhar diante da vida é o do que virá daqui pra frente.

Quando começa a rondar essa data cristã chamada Natal – e uma contagem regressiva começa justamente neste feriado de valorizar os que já não estão entre nós – melhor não olharmos para os lados com qualquer espécie de preconceito ou julgamento.

Somos todos adultos. Não merecemos – nenhum de nós – ser vítimas do bulliyng de gente grande.

Digo isso sem rodeios, porque sei que não são as crianças com idade menor que dois dígitos, os leitores desse tipo de assunto no papel impresso ou na web.

Na roda de qualquer um de nós – leitores de jornais e de revistas, gente bem informada sobre as coisas da vida – existem famílias de todos os tipos. Cada um carrega a sua dentro do coração do jeito que quer, pode e compreende, sobre os motivos de suas próprias famílias serem como se tornaram da melhor forma possível.

Temos famílias que tomam café-da-manhã, almoçam e jantam com todos os componentes da unidade famíliar em volta da mesma mesa todos os dias. Temos famílias que compartilham a mesma casa e que se encontram raramente nos três tradicionais momentos do calendário alimentar.

Por mais incrível que possa parecer, ainda temos uma grande maioria de famílias em que pais, mães e filhos residem no mesmo endereço e compartilham da mesma rotina e aprendizado de vida, fortalecendo ou arrebentando com seus próprios laços familiares por causa disso.

Na outra ponta da linha, temos famílias em que rotinas e endereços diferentes compõem o dia-a-dia de seus integrantes e isso não as impede de conviver em plena harmonia, valorizando seus interesses em comum como grupo sanguíneo ou afetivo que se enxerga no conceito cristão e jurídico da expressão unidade familiar.

Tenha um bom dia.

Independente se pra você família é a relação que você tem com seus filhos ou seus enteados, sua amada esposa de uma vida inteira ou suas ex-mulheres, seus parentes de perto ou de longe, seus grandes amigos de hoje ou os velhos conhecidos de sempre, seus dedicados colegas de trabalho que batalham ao seu lado todos os dias ou simplesmente aquela relação doce que você só consegue ter na plenitude da confiança e do amor, com seu gato ou com seu cachorro.

O importante é não estressar demais só porque está chegando mais um fim de ano.

Que em 2018, o Natal de todos nós seja uma bela recordação para a vida.

E que os personagens da família que participarem dele sejam capazes de nos fazer lembrar como foi gostoso de verdade aquele 24/25 de dezembro. Mesmo quando já não estiverem mais por aqui. E seus lugares sejam ocupados por outras pessoas que entraram na vida de cada uma das nossas famílias. E que vieram pela porta da frente. Pelas mãos de alguém que tinha uma cópia da chave e sabia que tipo de gente podia trazer pra dentro de casa. Esse é o desejo da rede associativista PM&A, uma empresa de comunicação made in Botucatu.

#comtodasasletras

Pedro Manhães, 50 anos, é Editor de Conteúdo da PM&A, rede associativista que atua na área de comunicação, marketing e entretenimento.

 

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